Conheça os GIFs incríveis de George Redhawk

Impossível não ficar impressionado com os gifs de George Redhawk, que é um artista cego (pasme)! Ele acabou se tornando um viral quando o assunto é GIF e a história por trás disso é realmente tocante.

Redhawk trabalhou em várias áreas da medicina, onde instruía as pessoas nos temas de tecnologia de raio-x e afins. De acordo com ele, sua vida foi ótima e produtiva trabalhando nessa área até o dia em que ele perdeu a visão, o que afetou a sua carreira. Mesmo assim ele lecionou por mais quatro anos, mas com a sensação de ter perdido tudo.

Enquanto perdia a visão progressivamente, ele começou a usar o que lhe restava de visão para encontrar as coisas mais bonitas que pudesse guardar na memória para levar com ele para sempre. Isso acabou levando-o a ter mais visões artísticas, apreciando muito mais a arte do que na época em que sua visão não era comprometida.

Ele acabou encontrando vários outros artistas através da internet e se aventurou nos GIFs.

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Você conhece Joni Mitchell, a grande musa de Crosby, Stills, Nash & Young?

Quando pensamos em grandes nomes da música que estouraram na década de 70 e permanecem na memória, automaticamente nos lembramos de Bob Dylan, Neil Young, Joan Baez, Graham Nash, David Crosby, Steve Stills…. Dificilmente alguém vai falar de cara: Joni Mitchell. Além de ter um som encantador, essa canadense tem mais de 20 álbuns nos seus 30 anos de carreira. Bastante coisa, não é? E o melhor é que é bastante coisa de qualidade.

Seu verdadeiro nome é Roberta Joan Anderson, que além de cantora e compositora é também pintora. Sua voz alcança uma extensão vocal de duas oitavas e meia e é impressionante o tanto que a voz de Joni é maravilhosa. Suas letras sempre são fortes e auto-construtivas, abordando desde temas autobiográficos até a industrialização e a destruição da natureza (deusa, eu sei). Continuar lendo

Eu não consigo te deixar ir

Reviro na cama buscando pela melhor posição para os cinco minutinhos que me restam antes de ter de levantar com o despertador bagunçando meus pensamentos. Quatro da manhã. Rolo de um lado pro outro e suspiro profundamente porque eu sei que não vai dar, o relógio parece estar mais rápido e não vou ter tempo suficiente pra descansar um pouco mais, mas no fundo isso não faz diferença. Já são seis e meia e eu nem preguei o olho. Eu não conseguiria voltar a dormir nem que eu me esforçasse o bastante pra isso, nem se ainda restasse o dia inteiro e não houvesse nenhum compromisso demarcável. Ansiedade batendo na porta. Ainda tá escuro lá fora. Tá vazio demais e eu só consigo sentir essa angústia consumir o meu corpo, meu sono e a minha vontade de sair daqui, e quando eu digo “aqui” não é da cama que eu to falando.

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